As vezes eu não gostaria de ser eu, porque o "eu" do meu conceito é habitante número um de um mundo de confusões. Esse "eu" ao mesmo tempo que queria ser muda em relação aos próprios sentimentos, queria poder falar com todos. As vezes eu gostaria de ter outros sentimentos, que possam ser trocados. Raiva, medo, dor, distancia. Qual desses trocar e qual desses manter?
As vezes eu gostaria de ser invisivel, mas tem vez que eu vejo que já sou invisivel. é confuso, eu sei, por isso nunca queira fazer uma viagem de férias á minha mente, nem que for só por quatro dias, já deixo isso bem avisado.
Tem vez que acho que uma boa ação resolve. Mas para quê receber uma boa ação se passa só na hora? é um tipo confuso de sentimento, mas como tudo na vida, tem seu lado bom também. Porque passo por essa mesclação surda e calada.
As vezes eu queria continuar sendo a habitante número um de um mundo de confusões, porque assim eu poderia ser eu mesma. Mas se a vozinha dentro da minha mente diz que tenho que mudar, por quê a ideia de ser eu mesma me parece animante? Talvez seja porque eu não conheço eu mesma? Dái vem a necessidade de mudar que a vozinha me diz? Bom, se não sei quem sou, se não sei nem de onde venho, não mudarei mesmo, até que eu me conheça mesmo, é confuso, eu sei, mas ao mesmo tempo que eu não me conheço, eu me entendo e mundo fechado não tem nada a ver com mente fechada, certo?
Também tem vezes que eu queria ter asas, não para sair por aí, ou sim, mas tembém pelo fato de talvez saber como é, se ter a dor por algo ilustre é compensador. Se eu tivesse asas, levaria pessoas para um lugar melhor que o planeta Terra, porque como eu disse, meu planeta é, e ao mesmo tempo não é uma coisa particularmente minha. Se fui capaz de criar um mundo para mim, todos podem criar um mundo só para si. Egoismo? Mas eu acabaei de falar que salvaria-os, com as minhas asas. As, eu ia me esquecendo que vivo num mundo de confusões. Aliáis, por falar no meu mundo, isso eu não posso esquecer. Todos tem que ir para suas casas,é quando vou para a minha que me lembro onde ela fica, dentro da minha mente, no meu mundo. Onde tudo aconctece e não tem sentido algum.
Eu sei que se tiver uma pessoa além de mim, que ler isso, vai achar que escrevi demais e não quis dizer nada, mas sabe, cada virgula, cada ponto final e até mesmo o titulo desse texto significa tudo para mim, ou seja, isso é meu mundo, é para ser confuso. Mas já me perguntei se andar pelo planeta Terra sendo confusa é algo bom. Só que se é meu mundinho, aqui sou uma pessoa diferente, justamente a pessoa que eu gostaria de mudar, ou as vezes eu não gostaria de ser eu, porque o "eu" do meu conceito é habitante número um de um mundo de confusões. Confuso? Também acho.
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